COBERTURA ESPECIAL - TOA - Terrestre

20 de Novembro, 2017 - 10:20 ( Brasília )

Simulação de acidente na tríplice fronteira BRA-COL-PER

Adestra equipes de busca e resgate de vítimas.

Tabatinga (AM) – O Porto de Tabatinga (AM) viveu momentos de tensão, com a explosão de uma balsa-tanque, que provocou o incêndio de um navio lotado de passageiros e o derramamento de óleo no Rio Solimões.

Esse foi o contexto de um acidente fluvial simulado, Ação com Tropas e Meios integrante do AMAZONLOG17, exercício logístico multinacional interagências realizado na tríplice fronteira entre Brasil, Colômbia e Peru.

O treinamento envolveu efetivos do Exército Brasileiro, Marinha do Brasil, Corpo de Bombeiros Militares do Amazonas e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA).

 
 

Uma operação de resgate em meio fluvial é um atividade complexa e requer perfeita coordenação entre os meios envolvidos para sua execução. Além de embarcações e aeronaves adequadas, é necessário o adestramento do pessoal especializado nesse tipo de atividade para que o resultado maior, a preservação de vidas humanas, seja alcançado.

Essa foi a finalidade do exercício em Tabatinga, coordenado pela 16ª Brigada de Infantaria de Selva e Capitania Fluvial de Tabatinga, com a participação do Comando de Fronteira Solimões – 8º Batalhão de Infantaria de Selva, dois navios (Navio-Patrulha Fluvial Amapá e Navio de Assistência Hospitalar Doutor Montenegro ) e duas lanchas da Marinha do Brasil, além de um helicóptero do IBAMA, avaliando o impacto ambiental do acidente, que tornou necessário o emprego de barreiras de contenção da Petrobras.

Também foi utilizado um radar de superfície de fabricação nacional (SAVIS/BRADAR), do Grupo EMBRAER, para monitorar o fluxo de embarcações no Rio Solimões.

Algumas das vítimas do incidente simulado caíram nas águas do rio, sendo resgatada pela equipe de busca e salvamento e levadas ao Navio-Hospital.

As demais, após a extinção do incêndio nas embarcações, foram evacuadas para um ponto de triagem, sendo classificadas segundo o protocolo START, que consiste na retirada das vítimas segundo o estado de gravidade: verde (menor gravidade), amarela (gravidade moderada), vermelha (gravidade maior) e preta (óbitos).

 
 

Fotos: Agência Verde-Oliva / EB

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