COBERTURA ESPECIAL - Eleições - Pensamento

21 de Setembro, 2018 - 21:20 ( Brasília )

Comentário Gelio Fregapani - Dá para acreditar? / A Petrobrás está quebrada? / A Maluquice verde que não surpreende


Comentário Geopolítico - Dá para acreditar? / A Petrobrás está quebrada? / A Maluquice verde que não surpreende


Dá para acreditar?

O Ministro Jungmann apressou-se em declarar sua convicção que a punhalada no candidato Bolsonaro seria um caso isolado perpetrado por um insano. A “convicção”, só por o Ministro ser comunista já é suspeita de que pode ser uma tentativa de encobrir a participação de seus correligionários. Até agora não parece haver estranheza de aparecerem quatro advogados caríssimos para defenderem o “insano”, mas um porta-voz da polícia Federal declara que não há indício concreto da participação de terceiros no crime. A Polícia Federal assegura que “todas as possibilidades estão abertas” e que a única coisa que dá para dizer com segurança – até agora – é que está sendo feita uma minuciosa análise da quebra de sigilo de dados de quatro celulares, três chips e um notebook de Adélio Bispo.

A Polícia Legislativa declara que os registros de entrada de Adélio Bispo na Câmara fora um engano da recepção, que não houvera má fé, e portanto, os registros seriam apagados.  Ainda há a desconfiança de que os recursos trazidos pelo filho do ditador da Guiné Equatorial possa ter algo a ver com o financiamento do plano de ”decapitação”, mas a Polícia Federal, subordinada ao Ministro da Segurança declara que não há indício concreto da participação de terceiros no assassinato,

Você acreditou?

A Petrobrás está quebrada?

A mídia afirmava que a Petrobras tinha sérios problemas financeiros, uma dívida impagável e ainda que a estatal estava quebrada, que não valia nem o que devia, que só não estava em recuperação judicial porque era estatal. Pois bem, em 2014 a Petrobrás para cada R$ 1 de dívida a pagar, ela dispunha de R$ 1,6 com um saldo de caixa de US$ 16,66 bilhões.

A situação financeira da Petrobrás era mais confortável do que a das petroleiras americanas e apesar da corrupção e da insensata política de subsidiar o consumo, os resultados de 2014 apresentaram recursos para cobrir os compromissos pelos próximos dois anos.

Os anos 2015 e 2166 passaram, não houve pedido de recuperação judicial nem aporte de recursos do Tesouro. Ao contrário, em 2016 a Petrobrás adiantou R$ 20 bilhões para o BNDES e terminou o ano com um crédito de US$ 6 bilhões com a ELETROBRAS, sem contar os US$ 11 bilhões a receber de ativos vendidos a preço de banana e ainda mantinha US$ 22 bilhões em caixa.

Foi revelado: “Independente da venda de ativos ou de captação de empréstimos, já temos recursos para cobrir nossos compromissos pelos próximos 2,5 anos”. Que motivos escusos impedem que as verdades venham à tona?

As informações de Pedro Parente foram para justificar a privatização. Escondeu os fatos da empresa e inventou que estava recuperando uma companhia que nunca precisou de recuperação.

Visando maximizar o lucro os acionistas desejam a venda de derivados pelo preço internacional e os consumidores desejam que o preço seja em função do custo da produção.   Naturalmente há reclamações. As petroleiras internacionais pressionam por paridade com o preço internacional para poderem importar e participar do mercado em detrimento da produção nacional. Na condição de Empresa Estatal, a Petrobras deve atender ao interesse maior da nação, da qual o Estado é o representante.

Deve atender também ao interesse de seus acionistas, mas o Brasil é o acionista majoritário.

Um novo plano de negócios deveria estabelecer uma política de preços independente do preço internacional apesar da pressão dos importadores, paralisar a venda de ativos produtivos, voltar a investir e usar o lucro para recomprar as ações vendidas na Bolsa de Nova Iorque.

A empresa deve ser lucrativa, mas tem compromissos com o país. Os acionistas tinham conhecimento disto antes de investir na Companhia. O Brasil deve sim desestimular a importação de combustíveis.

Esta questão estará em pauta nas próximas eleições e os candidatos deverão se posicionar claramente, principalmente os candidatos a Presidente da República. Não há como ficar indiferente: ou se está a favor de um projeto nacional para o país, onde o preço dos combustíveis são um dos componentes desta estratégia de desenvolvimento, ou se está a favor do projeto dos grandes conglomerados financeiros, onde as nações são um empecilho.

Os brasileiros têm o direito de escolher entre uma Petrobrás comprando no mercado brasileiro, gerando aqui a tecnologia e empregos, ou nos sujeitar a exportar petróleo bruto e comprar os derivados das grandes tradings, com o preço que estabelecerem. Nunca isto ficou tão claro.

Boa Notícia

Boa parte dos indígenas cansou do status quo implementado pelo PT e pelo aparelhamento do Estado e da FUNAI. Os índios não têm medo do Bolsonaro. As ONGs indigenistas é que estão desesperadas, porque vai acabar a mamata. Entre os quilombolas também prevalece o sentimento que têm que se livrar do PT para poderem desenvolver.

A Maluquice verde que não surpreende

O totalitarismo verde confessa: “Nós jamais poderemos voltar a temperaturas ditas normais, a menos que a população humana seja reduzida à décima parte”.

Perigo a vista

Nos próximos 100 dias, até 31 de dezembro, Toffoli será o Presidente da Republica, toda vez que Michel Temer se afastar por qualquer motivo.  (os presidentes da Câmara e do Senado não assumem por serem candidatos). Temer tem pelo menos duas viagens agendadas e os atos do Presidente ocasional, terão validade, mas terão legitimidade?

Que Deus ilumine a memória de nossos patrícios na próxima eleição de forma que se lembrem dos males, dos conchavos políticos, dos corruptos de vários matizes e do terrorismo dos esquerdistas, contra a propriedade privada no campo.

O Brasil acima de tudo e Deus acima de todos

Gelio Fregapani


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