24 de Outubro, 2012 - 12:40 ( Brasília )

Defesa

Centro de Estudos Estratégicos do Exército Realiza Encontro Temático

Encontros anuais, que no presente ano, a atividade será realizada no Quartel-General do Exército, em Brasília, nos dias 29 (a tarde) e 30 de outubro (todo o dia).



O Estado-Maior do Exército, por intermédio do Centro de Estudos Estratégicos do Exércíto (CEEEx), realiza anualmente encontros temáticos, com objetivo de promover um fórum de discussão e prover informações acerca de eventos que impactam os cenários nacional e internacional.

No presente ano, a atividade será realizada no Quartel-General do Exército, em Brasília, nos dias 29 (a tarde) e 30 de outubro (todo o dia). Os temas abordados serão:
       
a. áreas Estratégicas do Brasil e a defesa dos interesses nacionais;
b. perspectivas de Expansão da Base Industrial de Defesa do Brasil - aspectos que favorecem ou desfavorecem sua implantação; e
c. inserção internacional do Brasil x Defesa Nacional.
   
Para o evento, serão convidados representantes de diversos Ministérios, das Forças Armadas, professores e estudantes de graduação e de pós-graduação de universidades do Distrito Federal, em especial das áreas de Relações Internacionais, Engenharia de Produção e Planejamento Estratégico.
    
Cel Cunha Mattos.
Chefe do Centro de Estudos Estratégicos do Ex
Estado-Maior do Exército - Brasília/DF
Tel (61) 34154593

Programa do Evento

Painel - Áreas estratégicas do Brasil e a defesa do interesse nacional.

Moderador: Prof Jorge Henrique C. Fernandes da UnB, do Núcleo de Estudos Prospectivos do Centro de Estudos Estratégicos do Exército (CEEEx)
Painelistas: Gen Ex Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, Comandante Militar da Amazônia
Dr Paulo César Ribeiro Lima, Assessor Parlamentar
Prof Dr Roberto Ventura Santos da UnB e Diretor de Geologia e Recursos Minerais da
CPRM.
Dr Marcelo Tunes do Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM)

A busca por recursos naturais poderá, no futuro, ensejar a cobiça internacional por áreas estratégicas no Brasil. As chamadas “Terras raras” – o ouro ou o petróleo do século XXI – podem fazer do país, destacado ator global. Essa conjuntura nos remete à exploração do nióbio, ensejando análise prospectiva para subsidiar atitudes e posturas internacionais. A proteção dessas áreas deverá constar da agenda da Defesa.

Painel: Perspectivas de expansão da Base Industrial de Defesa do Brasil.

Moderador: Prof Dr Luiz Guilherme de Oliveira da UnB, do Núcleo de Estudos Prospectivos do CEEEx
Painelistas: Sr Armando Lemos da Associação Brasileira das Indústrias de Material de Defesa (ABIMDE).
Prof Dr Expedito Carlos Stephani Bastos da UFJF
Dr Marcus Tollendal, Diretor de Desenvolvimento de Negócios da EMBRAER

A Estratégia Nacional de Defesa, aprovada em dezembro de 2008, estabeleceu como nova orientação para a Defesa Nacional e definiu objetivos e métodos de construção de uma nova estrutura, onde, em um dos focos, concentra-se no estabelecimento de uma Base Industrial de Defesa (BID) autossuficiente e autossustentável. Desta forma, cabe o debate sobre as alternativas para implementar o desenvolvimento da Indústria de Defesa no Brasil, particularmente com o advento da Lei 12598/2012, que regula o regime tributário especial da BID.

Painel: Inserção internacional do Brasil e reflexos para a Defesa Nacional.

Moderador: Cel Art Cezar Augusto Rodrigues Lima do CEEEx
Painelistas:
Prof Dr Alcides Costa Vaz da UnB, do Núcleo de Estudos Prospectivos do CEEEx
Gen Bda Luiz Eduardo Rocha Paiva do Núcleo de Estudos Prospectivos do CEEEx
Ministro Rodrigo de Lima Baena Soares da Coordenadoria Geral de Defesa do MRE
Prof Dr Eduardo José Viola da UnB

O Brasil ampliou seu poder no jogo internacional, especialmente nas últimas duas décadas, superando barreiras típicas de países que ainda não se posicionaram nos centros de poder mundiais, particularmente, nos campos político e econômico. Em função de suas dimensões e do potencial de suas riquezas emerge no cenário internacional como “Global Player” e poderá ter interesses nacionais contrariados o que prenuncia a necessidade de dispor de um poder militar que respalde a política externa do País e possa gerar efeitos dissuasórios de nível extracontinental.