05 de Setembro, 2018 - 10:05 ( Brasília )

Defesa

EMAER sedia reunião do Comitê de Chefes de Estados-Maiores

A isenção de impostos em produtos de defesa e o uso de porta-helicópteros Atlântico por militares das três forças foram alguns dos assuntos debatidos


Aspirante Carlos Balbino, Tenente João Elias e Major Alle


O Estado-Maior da Aeronáutica (EMAER) sediou, nesta terça-feira (04/09), a reunião do Comitê de Chefes de Estados-Maiores das Forças Armadas.

Participaram do encontro, no Gabinete do EMAER, em Brasília (DF), além do Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, Almirante-de-Esquadra Ademir Sobrinho; o Chefe do Estado-Maior da Armada, Almirante-de-Esquadra Ilques Barbosa Junior; do Exército Brasileiro (EB), General-de-Exército Paulo Humberto Cesar de Oliveira; e da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro-do-Ar Raul Botelho.

A isenção de impostos em produtos de defesa e o uso de Porta-helicópteros Multipropósito (PHM) A140 Atlântico por militares das três forças foram alguns dos assuntos debatidos.

Temas de interesse comum das três forças, ligados às áreas de comunicações, comando e controle, também entraram na pauta de discussão do encontro. “Cada força passa as decisões tomadas aqui para a sua estrutura de comando.

No caso do Ministério da Defesa, passamos para a chefia do Estado-Maior para que sejam tomadas as providências dentro das resoluções que foram decididas no Comitê de Chefes de Estados-Maiores”, destacou o Chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas.

O oficial-general lembrou ainda que, além de assessorar o Ministro de Estado da Defesa em assuntos específicos, esse grupo também é responsável pelo cumprimento de tarefas de extrema importância. “É muito importante que haja essa integração no debate porque nós damos o exemplo da interoperabilidade vindo de cima, entre as forças, e determinamos para baixo o cumprimento dessas novas ações. Isso permite um maior intercâmbio entre as forças”, avaliou.

Esta foi a primeira vez que a FAB sediou o encontro, desde que foi implementado o sistema de rodízio entre as três forças. Antes, todas as reuniões, convocadas geralmente a cada dois meses, eram realizadas no Ministério da Defesa.