12 de Dezembro, 2013 - 20:06 ( Brasília )

Aviação

Implantação do PROGRAMA SIRIUS nas terminais Rio de Janeiro e São Paulo


Nesta quinta-feira, dia 12 de dezembro, a Navegação Aérea Baseada em Performance (PBN) foi implantada nas terminais dos aeroportos do Rio de Janeiro e São Paulo. Esta atividade faz parte do projeto de implementação do PBN em todo o país e representa um dos vários empreendimentos do PROGRAMA SIRIUS, da Força Aérea Brasileira, para reestruturação do controle do espaço aéreo nacional.
 
Esse projeto teve seu início no ano de 2010, quando foi implantado nas terminais de Brasília e Recife, em que se buscou, também, adquirir experiência para que a implantação nas principais terminais do país – SP e RJ - pudesse ocorrer com total domínio do conhecimento.
 
A entrada em vigor, no dia de hoje, desta etapa do projeto foi decidida de forma colaborativa com toda a comunidade aeronáutica nacional e internacional, e levou em consideração os benefícios que este novo sistema proporcionará ao tráfego aéreo já neste final de ano.
 
Como parte da ação, foram suspensas as decolagens no Galeão (Rio de Janeiro) e em Cumbica (Guarulhos) entre 23h45 (11/12) e 0h30 (12/12), horário brasileiro de verão, de forma que as aeronaves e os órgãos de controle pudessem realizar a substituição de suas bases de dados, além da atualização dos planos de voo. Todo esse processo transcorreu de forma segura, conforme o planejado e em conformidade com as normas internacionais.
 
Cabe destacar que a ação de suspender as decolagens por 45 minutos nesta madrugada foi decidida em comum acordo com as companhias aéreas, nacionais e internacionais, e com os administradores aeroportuários.
 
As empresas ainda não capacitadas ao PBN (aeronaves e tripulações) puderam operar por meio de rotas alternativas publicadas pelo Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA). Desta forma, o Departamento preocupou-se em garantir a segurança do espaço aéreo no período de implantação dessas medidas operacionais.
 
O Sirius visa o aumento da capacidade do espaço aéreo, a redução dos tempos de voo, de índices de atrasos, o aumento da segurança das operações e, ainda, a redução de ruídos e emissões de gases nocivos ao meio ambiente.
 
Brasília, 12 de dezembro de 2013 
Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica